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sexta-feira, 4 de julho de 2014

Eu podia estar contente e não tô



Reprodução
O nome desse animal covarde é Zúñiga




Será que agora vão acreditar que o Neymar apanha?

Quando era só no Santos "todo mundo" dizia que era “cai cai”. Se o garoto não pulasse já tinha sido machucado há muito mais tempo. Dessa vez ele nem pôde pular, foi pelas costas, foi covarde.

Será que a merda da FIFA vai voltar atrás sobre economizar nos cartões? O Ayrton Senna teve que morrer na pista pra que se mudassem os regulamentos de segurança na F1. O covarde deveria ter sido expulso quando entrou solando no joelho do Hulk, expulso, e não só ter tomado amarelo (mas nem isso tomou), mas já era alguma coisa, talvez o Neymar ainda estivesse na Copa e eu estivesse contente (eu e a maioria da torcida!).

A mordida do Luis Suárez não chega nem perto do que esse covarde do Zúñiga fez, criminoso, e a FIFA é cúmplice. Quero ver o quanto e se vão punir.

Quanto ao Neymar só nos resta torcer por sua rápida e perfeita recuperação.

Eu podia estar contente e não tô.

PS. Ainda bem que o PT comprou a Copa, imagina se não tivesse comprado.


Brasil x Colômbia: o criticado Henrique pode ser um trunfo decisivo de Felipão



Resenha da Copa do Mundo [11 - sexta-feira, 4 de julho]


Ricardo Stuckert/ CBF
Ou vai ou racha


Scolari deve colocar contra a Colômbia novamente Paulinho (para substituir Luiz Gustavo, suspenso). Mas, além disso, pelo que se viu do treino de quinta-feira (3), poderia também pôr Henrique no lugar de Fred. Não se sabe se vai apenas substituir Luiz Gustavo por Paulinho, se vai substituir Luiz Gustavo por Henrique ou se, numa mexida tática mais ousada, entraria com Paulinho no lugar de Luiz Gustavo e, como se especula, também escalar Henrique sacando Fred, fazendo o time ser aparentemente mais defensivo mas, na prática, ter mais opções de jogo do que tem com um centroavante estático esperando a bola chegar (o que é infrutífero se não tem um armador criativo, tipo Ganso, no meio de campo). Não esquecer que há ainda outro volante, Fernandinho.

Mas como assim, um volante-zagueiro (Henrique) no lugar de um centroavante (Fred)? Ainda mais Henrique, amigão do técnico, como escrevi no post anterior.

Mas acho que, ao contrário de algumas opiniões pessimistas, Henrique (ex-Palmeiras) pode ser de grande valia. Não é um craque, mas é um jogador versátil, que, além de ser da confiança de Felipão, sabe transitar com certa desenvoltura num setor amplo que vai da zaga ao meio de campo avançado. Dizem palmeirenses que Henrique sabe passar e até faz gol. Pode atuar como terceiro zagueiro num 3-5-2 ou como o volante que chega de trás para surpreender a zaga colombiana, assim como Paulinho. Talvez com Paulinho e Henrique, e sem o inoperante Fred, o poder de fogo do time aumente, até porque os laterais terão mais cobertura e até mesmo Oscar e Neymar ganham mais liberdade e apoio. 

E tem justamente o fator Neymar. Ele não fez gol no último jogo. Deve fazer na Colômbia. Alguns amigos me mandaram informações segundo as quais o treinador da Colômbia, o argentino José Pekerman, é um estudioso que ganhou do Brasil várias vezes nas disputas das seleções de base. Mas a mídia não fala que Pekerman era o treinador da Argentina na final da Copa das Confederações em 2005, quando o Brasil de Carlos Alberto Parreira massacrou os hermanos de Pekerman por 4 a 1.

Podem ser só elucubrações. Mas não acho que Henrique tenha sido a pior das piores escolhas de Felipão na convocação, como ouvi de amigos hoje. Jô, Bernard e Willian são três jogadores medíocres, para usar um termo ameno, que não deveriam estar entre os convocados e já mostraram isso. Não vejo Henrique como um problema entre os convocados, mas os três antes citados são convocações visivelmente equivocadas. Felipão se tocou de alguns erros, inclusive deixou transparecer isso no famoso papo com alguns jornalistas escolhidos por ele a dedo, esta semana.

Seja como for, repito, acho que nesta sexta-feira nós passamos pela Colômbia. Meu palpite é 2 a 1.

Para lembrar uma efeméride: hoje, 4 de julho, faz 20 anos que o Brasil de Parreira ganhou de 1 a 0 dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 1994, sediada nos EUA, gol de Bebeto.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Brasil e México foi 0 a 0, mas foi um bom jogo


Resenha da Copa do Mundo [2 - terça 14 de junho]




Rafael Ribeiro/CBF


Apesar de muitas reclamações que já ouvi, achei esse 0 a 0 de Brasil e México daqueles 0 a 0 que eu gostava no jogo de botão. Muito bom jogo. Tático. E o goleiro Ochoa foi o nome do jogo. Fora outras defesas, salvou no primeiro e segundo tempo dois gols de Neymar que seriam golaços. No primeiro, uma cabeçada e, no segundo, uma bola que chutou de esquerda depois de matar no peito, ambos ao estilo de Pelé. Enfim, achei um jogo ótimo de ver e o inconformismo é o normal, do brasileiro orgulhoso que não pode admitir um empate. A defesa da cabeçada lembrou, vagamente, a de Gordon Banks em 70 em finalização de Pelé, embora a do goleiro inglês tenha sido mais difícil e impressionante.

Mas o México é um adversário respeitável faz tempo. Pra mim, um empate normal. A Itália campeã do mundo em 1982, que eliminou o Brasil de Telê Santana com Falcão, Zico e Sócrates, se classificou na fase de grupos depois de uma campanha medíocre de três empates: 0 a 0 com a Polônia, 1 a 1 com o Peru e 1 a 1 com Camarões.

Voltando a 2014, fala-se só em Neymar e na dependência da seleção brasileira de Neymar. Nesse momento ouço um repórter perguntar isso ao Felipão na coletiva. “Neymar não ganha sozinho”, responde o técnico gaúcho, ao estilo paizão, com a postura louvável, própria do paizão, de proteger seu camisa 10. Uma postura nobre. Mas ele não menciona que esse time não tem nenhum meia, nem na reserva, entre os 23 convocados.

Hoje, o time começou com três volantes (Luiz Gustavo, Paulinho e Ramires) e assim jogou boa parte do jogo. Oscar, a mim, não convence. É uma espécie de aspirante a Kaká que nunca chegará a um Kaká. Seu reserva, Willian, é um jogador mediano.

E ninguém fala que Fred e Paulinho são, pelo menos até este segundo jogo, duas nulidades. O reserva de Fred, Jô, entrou e o time melhorou na movimentação, já que Fred fica plantado como um coqueiro. Mas Jô é o único reserva realmente de ataque, avante, como se dizia antigamente. Bernard entrou no lugar de Ramires mas pouco fez, pois Bernard corre como um coelho e não é propriamente um jogador inteligente.

De maneira que não vejo por que jogadores como Robinho, Ronaldinho Gaúcho, Ganso e até Kaká não pudessem estar na seleção. Que time não quereria esse quarteto, mesmo que pra ficar no banco, ou não? Seria melhor do que Jô, Bernard, Hernanes, Willian e Hulk. Mas a família Felipão pressupõe hierarquia, e na hierarquia do paizão Felipão cabem só os moleques em quem ele manda e ele sabe que obedecem.

Seja como for, achei Brasil 0 x 0 México um jogo bom, que foi ficando emocionante e aberto no segundo tempo e assim continuou até os minutos finais.

Acho que batemos Camarões. Mas, seja ou não fácil, iremos para as oitavas e aí pegaremos Holanda, Espanha ou Chile. Jogando o que jogou contra Croácia e México, o Brasil poderia hoje passar pela Espanha ou Chile, mas não passaria pela Holanda.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Coincidências em torno do estranho caso de Mikkel Jensen, o dinamarquês


Muita gente postou em blogs e redes sociais opiniões sobre a estranha história do tal jornalista dinamarquês Mikkel Keldorf, cujo singelo sonho era assistir à Copa do Mundo no Brasil e de repente, em Fortaleza, num acesso de humanismo, se deu conta da injustiça social na capital cearense, e foi embora para a Dinamarca, deixando de “herança” um post no Facebook, uma matéria no Tribuna do Ceará e uma entrevista ao Uol. 

Facebook/Reprodução


O dinamarquês provocou polêmica, mas ninguém sabe ao certo quem é, a que ou a quem trabalha, que interesses tem. Mesmo assim, desde ontem (15), as redes sociais foram tomadas por uma febre. As pessoas espalharam o texto do tal jornalista e/ou sua história sem checar quem é o cara, que intenções tinha ou tem, às vezes baseadas na ingênua justificativa de estarem respaldadas em perfis “confiáveis”, mal se dando conta de que estes também embarcaram na onda, ou por ingenuidade ou simplesmente para conseguir uns pontinhos de audiência a seus perfis ou blogs, ou por outros motivos.

Comecei a achar estranho logo de cara, ao notar que o texto sobre o tal jornalista dinamarquês que, ao lado do post do próprio, detonou toda a celeuma foi publicado no tal Tribuna do Ceará, com a observação: “A pedido de Mikkel, este artigo foi publicado com o jornalista já na Dinamarca”, dando o tom sensacionalista para atrair leitores incautos, incluindo os de “perfis confiáveis”.

Curiosamente, e não por acaso, o Tribuna do Ceará é um veículo ligado ao ex-senador tucano Tasso Jereissati. Apesar da dificuldade de se encontrar a informação, a Wikipedia diz: “No dia 11 de Março de 2012 a emissora [TV Jangadeiro, de propriedade de Jereissati] lança um novo layout para seu site integrando também ao novo portal de notícia do Sistema Jangadeiro de Comunicação, chamado de Tribuna do Ceará”.

Em 2010 já circulavam notícias no estado segundo as quais Tasso Jereissati iria “resgatar o jornal Tribuna do Ceará, começando pela internet”.

Pois foi justamente esse o veículo que deu a notícia que no dia seguinte (hoje) ganhou credibilidade com a publicação de entrevista no Uol. Observação: o Tribuna do Ceará é hospedado no Uol, além de a TV Jangadeiro , do mesmo grupo, ser afiliada da Rede Bandeirantes.

O tom e o conteúdo das publicações detonadas a partir desse estranho dinamarquês têm o óbvio efeito de denegrir e causar descrédito à Copa do Mundo no Brasil e, particularmente, também, ao governo do Ceará, cujo governador é Cid Gomes, irmão do ex-ministro Ciro Gomes e desafeto de Jereissati.

Costumo dizer que não existem coincidências. Nesse caso, as coincidências parecem falar por si.

Abaixo, segue resultado interessante de pesquisa do jornalista Igor Natusch, publicado em seu perfil no Facebook.



Tanto falaram de Mikkel Jensen, o jornalista dinamarquês que desistiu de cobrir a Copa chocado com os dramas do Brasil, que resolvi pesquisar um pouco o cara. Não fui com uma tese pronta: apenas queria ver qual era. Achei infos que julgo interessantes, que postei no meu perfil do twitter e vou tentar (apesar do sono) compilar aqui. Se eu estiver errado em qualquer coisa, por favor me corrijam, já que não há nenhum AMOR PRÓPRIO meu envolvido. Nâo considero isso senão um levantamento divertido de fazer. Lá vai:

- Antes de mais nada: Mikkel Jensen não é o nome profissional dele. Será bem mais fácil achar referências sob o nome Mikkel Keldorf, que ele usa com bem mais frequência;

- Seu perfil no Facebook (https://www.facebook.com/mtkjensen) parece que não existia antes de fevereiro de 2013. Suas primeiras postagens, já críticas à Copa, são de 19 de novembro.

Antes, só likes. (que o perfil seja novo não é absurdo: muitos criam perfis em redes sociais para uso em viagens ou contato com pessoas em países distantes. Tenho amig@s nessa situação e pode perfeitamente ser o caso aqui. talvez não postasse porque não tinha o que dizer – usava apenas para falar no chat, sei lá);

jornalista-dinamarques-1

- O curioso é que a pessoa creditada como sua namorada, Melanie Festersen Spile (https://www.facebook.com/melanie.spile), também não tinha perfil no Facebook antes de fev/2013. Ela viajou junto com ele? Criou perfil exclusivamente para conversar com o namorado que viajava? É possível;

- O único lugar onde é possível achar contribuições frequentes de Mikkel Keldorf é no Pladepressen (http://pladepressen.dk), que parece ser um site focado na cena musical da região. Mikkel escreveu uns artigos e tirou fotos para o veículo, que durou um ano ou um pouco mais. As últimas atualizações na página do Pladepressen no Facebook (https://www.facebook.com/Pladepressen) são de… Fevereiro de 2013. Ou seja, razoável deduzir que Mikkel Keldorf era um dos sócios do Pladepressen e desistiu da empreitada quando resolveu vir ao Brasil, no começo do ano passado (se quiserem ler uma edição do Pladepressen:http://pladepressen.dk/wp-content/uploads/2012/10/PladePressens-e-mag-oktober.pdf);

- Então Mikkel Keldorf – que tem material esparso publicado em alguns lugares desde 2012, incluindo viagem à China e inclusive uma reportagem sobre Ronaldinho (http://www.tipsbladet.dk/content/druk-og-damer-ronaldinhos-fede-fodboldferie), mas nada antes disso – vem ao Brasil. Edita, até onde consegui puxar, um único material jornalístico entre setembro de 2013 e abril de 2014: uma reportagem em vídeo para a TV2 dinamarquesa (http://nyhederne.tv2.dk/2014-03-31-reportage-sikkerheden-i-rio-vakler-forud-vm) sobre ações policiais na Favela da Maré, no Rio;

- Aí como sabemos, ele se revolta com coisas que descobre em Fortaleza e, ao invés de fazer um material jornalístico bombástico sobre o que achou, decide largar a cobertura da Copa de mão (seu sonho) e volta para casa. Sabe onde sua decisão é noticiada primeiro? Na Dinamarca, mais precisamente no dia 9 de abril: http://ekstrabladet.dk/sport/fodbold/landsholdsfodbold/vm2014/article2258090.ece

Até aí, ninguém noticiou nada a respeito dele no Brasil;

- Curiosamente, um vídeo de quase 40mins é publicado no canal de Mikkel Keldorf no Youtube no dia 12: https://www.youtube.com/watch?v=SjxWXjeOFc8 Esse vídeo é curiosíssimo e para mim, intrigante. Nele, o jornalista não faz matéria alguma: é entrevistado por figuras ocultas, que em nenhum momento se identificam – o vídeo, embora editado de forma competente, não tem créditos senão o do próprio Mikkel, aqui também Keldorf e não Jensen. Quem o entrevista? Por que esse material (uma boa história em potencial) só aparece na página do próprio Keldorf e não da(s) pessoa(s) responsável(is) pelo vídeo? Por enquanto, não se sabe;

- Finalmente, dois dias depois de postar o vídeo no YouTube, Mikkel faz um desabafo em sua conta no Facebook, que serviu de base para todas as matérias feitas até aqui. Ninguém parece saber que a história foi divulgada semana passada na Dinamarca, nem que um vídeo enorme foi publicado pelo próprio Mikkel no fim de semana. Ou seja, ninguém falou com Mikkel Keldorf Jansen ou foi além do post no facebook para escrever suas matérias.

Meu palpite (e é tudo palpite mesmo, nada além): Mikkel Keldorf é um jornalista eventual – um cara que viaja para lugares distantes como turista e oferece material a jornais dinamarqueses para ajudar a pagar as contas. Posso ter pesquisado mal, mas não achei nenhuma produção jornalística consistente de sua parte, a não ser no Pladepressen, uma pequena revista regional sobre música que parece ter sido projeto dele próprio. Ou seja, dizer que é jornalista é algo que refere-se a parte de suas atividades, talvez sua formação, mas não é exatamente a coisa que ele mais faz na vida. Confiram o perfil profissional dele:http://www.mikkelkeldorf.dk/category/resume/ Veio para o Brasil tentar cobrir a Copa e ganhar dinheiro, o que não conseguiu (vendeu uma só matéria, ao que parece). Acho razoável deduzir que volta à Dinamarca especialmente por isso, ainda que o choque com as mazelas do Brasil possa, é claro, ter influenciado sua decisão.

Antes de ir, alguém descobre sua história e faz o vídeo – pessoas das sombras, que não se identificaram e não fizeram menção de usar o material que fizeram ou jogá-lo na imprensa. Ninguém sabe nada dele além do Facebook – a própria versão que apresentam sobre sua carreira e sua preparação para cobrir a Copa é a que ele próprio oferece, sem nenhuma investigação por cima. E o vídeo – potencialmente bombástico, ainda que (frisemos) sem créditos – passa despercebido. Deduzo que alguém gravou o depoimento para uso futuro, mas não contava que o próprio Keldorf o publicasse – e talvez mais ainda, que os posts de Keldorf no Facebook chamassem atenção. O noticiário dinamarquês descobre o caso primeiro, de qualquer modo. Não é um cara com faro jornalístico – se fosse, tentaria vender sua história e iria atrás da pauta que descobriu, ao invés de voltar correndo para seu país natal.

Não: ele volta depois de vender uma só matéria televisiva, e após gravar um depoimento para pessoas misteriosas. Que acharam sua história ótima para um vídeo de 40mins, mas que perdem a exclusividade dela para um post no facebook – por acidente ou por plano, não sabemos. E que permitem (ou não impedem) que o próprio Mikkel Keldorf publique o vídeo em sua conta pessoal no YouTube.

Não acredito na história de Mikkel Keldorf. Para mim, ele voltou por falta de trabalho e romantizou a situação em benefício próprio, convencendo algumas pessoas no meio do caminho – que chegaram a gravar um vídeo, mas não o publicaram. Talvez por acharem que não valia a pena. Chamo a atenção para o fato de que o único trabalho que Keldorf comercializou aqui é… em vídeo. Editado por ele próprio. Talvez ele próprio tenha editado o vídeo, a partir de brutas que os autores originais não quiseram usar. Pode ser tudo um hoax razoavelmente bem elaborado, mas não creio nisso: acho que é apenas a tentativa de um jornalista meia-boca em tirar algo de bom de uma iniciativa profissional fracassada. E uma mostra de como, para ganhar cliques, nossa imprensa brasileira publica qualquer coisa. Inclusive longas matérias cuja única fonte é uma postagem de um desconhecido no Facebook.

É isso. Eu achei divertido. Espero que vocês também tenham achado! Para quem leu esse catatau, meu muito obrigado.