
Também não quero enveredar pelas lamúrias políticas, a culpar governos e partidos, estes ou aqueles, que ao longo do tempo deixaram (e deixaram) de tomar as medidas necessárias, de saneamento básico etc, ou de lutar, exigir que fossem adotadas, para pelo menos minimizar a ferocidade da natureza sábia e vingativa.
O

Mas também, quem sabe, como ensinam os chineses ancestrais, da destruição possa vir o ressurgimento. E que assim as peredes sejam novamente pintadas. Que a loja da Carminha, o Bar Familiar, a Padaria Nossa Senhora Aparecida, a Drogaria Oswaldo Cruz (neste mundo de Drogasis), entre tantos estabelecimentos que, como São Luiz do Paraitinga, pareciam desafiar o século XXI, insistindo em sobreviver, voltem a nos receber.

Que o casal de bonecos João Paulino e Maria Angu continuem seu folclore. Que a hospitalidade da cidade vença a tristeza. Que a virgem grávida da capela das Mercês tenha sido (ou seja) encontrada.
Atualizado às 18h24
2 comentários:
Oi Edu, vc sempre com os dedos precisos, certeiros e, no caso deste post sobre S. L. do Paraitinga, com emoção na medida certa. Parabéns. Seu eterno foca Emerson
Cara, muito bacana este artigo sobre São Luiz do Paraitinga, linda São Luiz! Estive lá algumas vezes e acredito muito na reconstrução, principalmente por considerar as pessoas de lá seu maior patrimônio. Valeu!
Postar um comentário