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domingo, 15 de março de 2015

Um drone na avenida Paulista


Um drone sobrevoa a manifestação das organizações de esquerda a favor do Brasil, contra o golpe, pela reforma política, pela democracia e pelo direitos dos trabalhadores na Avenida Paulista, em São Paulo, na sexta-feira, 13. O drone seria de quem? Da TV Globo? Da CIA? Ou de ambas? (Perguntar não ofende.)


Fotos: Carmem Machado [Clique nas imagens para ampliar]


Foto: Renato Stockler/Jornalistas Livres (Detalhe)

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Pensamento para sexta-feira [55]
O mosquito drone


Admirável mundo novo

Reprodução

  
Margo Seltzer, professora de ciência da computação na Universidade de Harvard, esteve na semana passada no Fórum Econômico de Davos, na Suíça. Vários sites pelo planeta repercutiram a fala de Seltzer sobre um mundo em que drones-mosquito como esse da foto poderiam, em tese, voar ao redor de você e sugar o seu sangue, mais especificamente seu DNA. Essa notícia não é muito nova, em 2012 ela já circulava. Ou mesmo antes.

“Bem-vindo ao presente. Nós já estamos nesse mundo”, disse a professora novaiorquina.

O pernilongo-drone é um vampiro cibernético.

A notícia sobre essa tecnologia assustadora me remeteu a um poema do nosso poeta maior, Carlos Drummond de Andrade. Na verdade, a um trecho de seu poema “O Sobrevivente”:

Se quer fumar um charuto aperte um botão.
Paletós abotoam-se por eletricidade.
Amor se faz pelo sem-fio.
Não precisa estômago para digestão.

Um sábio declarou a O Jornal que ainda falta
muito para atingirmos um nível razoável de
cultura. Mas até lá, felizmente, estarei morto.”