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domingo, 17 de julho de 2011

Celeste mata Argentina de Messi; São Paulo contrata Adilson; Santos bate o Galo


RESENHA DE SÁBADO


O Uruguai de Forlán e do goleiro Muslera elimina nos pênaltis a Argentina de Messi e Carlitos Tevez da Copa América, na Argentina; o São Paulo contrata Adilson Batista, o "plano G"; e o Santos, num joguinho sofrível, derrota o Atlético-MG por 2 a 1.

1. Uruguai despacha Argentina - Num jogo espetacular no Estádio Brigadeiro Estanislao Pérez (Cemitério dos Elefantes), Santa Fé, a Argentina do endeusado Lionel Messi (de quem não sou fã) caiu diante do Uruguai do técnico Oscar Tabárez, de quem sou fã, responsável pelo projeto que levou os uruguaios ao quarto lugar da Copa do Mundo de 2010 e à, até aqui, semifinal da Copa América. Para quem não sabe, Tabárez comanda o trabalho de base da Federação Uruguaia que envolve todas as seleções, um projeto que valoriza a educação, para além do esporte. O ressurgimento do futebol da Celeste Olímpica não se dá por acaso.

No jogo em si, com dez jogadores durante quase todo o segundo tempo, o Uruguai ainda assim foi melhor. Seu goleiro Muslera fez uma partida antológica. Na prorrogação, a Argentina foi para cima, mas não conseguiu o desempate. O triunfo coroa uma atuação heróica da seleção de Diego Lugano, Forlán e Luizito Soares. E Messi termina a Copa América como encerrou a Copa do Mundo: sem nenhum gol pelo time de seu país, apesar de boa parte da mídia brasileira tratá-lo com um embasbacamento ridículo.

Na disputa de pênaltis, depois de 1 a 1 nos 90 minutos do tempo regulamentar mais 30 de prorrogação, Tevez, o jogador “mais popular” da seleção argentina, perdeu a cobrança que custou a desclassificação de sua seleção. Acontece, grandes jogadores perderam pênaltis decisivos (Zico, Sócrates etc). Não é por esse erro que Tevez vai ser maior ou menor do que é, mas definitivamente não é um jogador que vale os 40 milhões de euros que o Corinthians diz estar disposto a pagar pelo seu “passe”. Hoje, por exemplo, entrou muito mal no jogo, no lugar do ineficiente Aguero, e não acrescentou nada. Na Europa, Inglaterra, nunca brilhou.

Veja abaixo os gols da partida e a disputa de pênaltis:




2. Adilson Batista no São Paulo - Posso queimar a língua, mas a contratação do treinador Adilson Batista pelo São Paulo promete... para as torcidas rivais. Com campanhas péssimas por Corinthians, Santos e Atlético-PR de 2010 para cá, Adilson era o “plano G” do São Paulo, que não conseguiu, por um motivo ou outro, contratar Dunga, Cuca, Autuori e Dorival Júnior.

No Santos, por pouco ele não jogou pela janela os milhões que o clube investiu, perdendo a Libertadores já na primeira fase. Um vexame que a diretoria santista evitou ao demitir o treinador com a rapidez necessária. Com sua demissão, o time da Vila começou a arrancada rumo o tri continental com a vitória de 3 a 2 sobre o Colo Colo na Vila, ainda comandado pelo interino Marcelo Martelotte.


Foto: Divulgação/ Santos FC
 Adilson Batista estava desempregado desde 25 de junho passado, quando foi demitido do Atlético-PR após seis rodadas do Brasileiro, com cinco derrotas e um empate.

Acho que, se a diretoria do São Paulo tivesse um pouco de paciência, em duas ou três rodadas poderia contratar Dorival Júnior, que está desgastado no Galo, derrotado pelo Santos na Vila neste sábado, por 2 a 1. Abaixo.

3. Santos 2 x 1 Galo - A vitória do Peixe sobre o Atlético-MG de Dorival Júnior entra nesta resenha apenas para registro. Foi um jogo muito fraco, mas os três pontos foram importantes para o alvinegro da Vila, que, com gols de Danilo e Borges (de pênalti), chegou a 11 pontos e ao 13° lugar, com dois jogos a menos, devido às partidas adiadas com Corinthians e Fluminense, que serão em agosto.

Supondo que o time de Muricy vença essas duas partidas que faltam, e que devem ser na Vila Belmiro, somaria 17 pontos, e figuraria em quinto lugar na tabela. Já o Atlético-MG, com 11 pontos, está hoje no modesto 15° lugar.

Os gols do jogo:



Amanhã, domingão, tem mais.

Atualizado às 15:17

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Diretoria age rápido, demite Adilson e torcida do Santos agradece


A torcida santista teve uma boa notícia neste domingo de clássico (o bom São Paulo 1 x 1 Palmeiras), com muita chuva na capital paulista. Adilson Batista caiu.
 Foto: Ricardo Saibun (detalhe) 
O site oficial do Santos F. C. divulgou a seguinte nota às 19:05 deste domingo:

“Adilson Batista não é mais treinador do Santos FC. A decisão foi tomada após reunião entre presidência e Diretoria de Futebol.
“O auxiliar-técnico Marcelo Martelotte, que nas últimas semanas assistiu a jogos e estudou atentamente os adversários do Santos FC na Taça Libertadores da América, comandará o elenco no jogo desta quarta-feira (2) contra o Cerro Porteño, na Vila Belmiro
.”

Poucas vezes, como santista, vi a torcida comemorar a queda de um treinador com tamanha euforia. Eu terminei o post de ontem (à 00:19, aqui, ou logo abaixo), após o 1 a 1 com o São Bernardo na Vila Belmiro, dizendo: “Adilson Batista teria feito um favor ao Santos se tivesse pedido demissão hoje.”

A derrota para o Corinthians (aqui) e antes a lamentável apresentação contra o Táchira pela Libertadores (aqui) mostraram que Adilson não sabe armar, comandar, substituir e nem entender o que é o Santos Futebol Clube. O fato é que a diretoria do Santos está de parabéns, por ter sido rápido como a situação exigia. Com a saída do péssimo "igrejeiro" Adilson Batista, penso eu que o Santos volta a ter chance na Libertadores.

A lista de erros cometidos pelo comandante de 11 jogos e uma derrota é tão grande que eu não consigo entender como ainda pode haver os politicamente corretos que acham um absurdo sua demissão.

Erros fatais de Adilson Batista (*)

Li, em alguns sites, listas de erros cometidos pelo "professor", praticamente nenhum deles que não tenha sido mencionado esparsamente em posts aqui no blog.

Nem dá para dizer qual foi o pior erro. Mas a absoluta falta de padrão tático foi um dos principais. O treinador apelidado de professor Pardal  foi do 4-3-3 ao 4-4-2 com improvisações sem sentido, como, entre outros, o lateral Danilo no meio, enquanto Pará virou volante, até o 4-3-1-2. Com o elenco que tem, com os gastos do clube para montá-lo, era inadmissível para o torcedor que o time apresentasse o futebolzinho apresentado.

Ter deixado Felipe Anderson e o zagueiro Vinícius fora da Libertadores mostrou o obscuro lado dos interesses do técnico. Ele trouxe à Vila o goleiro Aranha, o volante Charles e o lateral Jonathan. Os dois primeiros não têm sequer condições físicas de jogar e o último está visivelmente mal. Diogo, contratado por sua indicação, até agora é uma negação. Enquanto insistia com seus apadrinhados, Zé Eduardo e Maycon Leite foram para o banco, dando lugar por exemplo a Róbson, jogador meia-boca que nunca agradou na Vila, desde os tempos quando era protegido de Vanderlei Luxemburgo.

E não me venha o Casagrande, como ouvi agora no Globoesporte, dizer que Adilson caiu tanto no Corinthians como no Santos porque são dois clubes onde há jogadores que mandam demais. Tenha dó. O descontentamento do elenco e dos principais líderes do time é decorrência da postura lamentável e incompetente do técnico, e não o contrário.

* Atualizado às 13:20

Até quando?


Divulgação/ Santos FC
Depois do decepcionante 1 a 1 do Santos com o São Bernardo na Vila hoje pelo Paulistão (ou Paulistinha, como preferem Juca Kfouri e a torcida são-paulina), a situação de Adilson Batista se complica um pouco mais. Principalmente porque, nesse jogo, ele já começou a correr atrás do que havia perdido pelos erros anteriores. Se tivesse inventado menos contra Táchira (0 a 0) e Corinthians (1 a 3), Adilson poderia estar no lucro antes do jogo de hoje e não precisaria escalar a “força máxima” contra o time do ABC, considerando que tem um jogo fundamental na próxima quarta-feira com o Cerro Porteño, pela Libertadores. Resultado: saiu da Vila Belmiro hoje mais queimado do que entrou. Novamente escalou mal, substituiu mal e ainda deu azar, a receita padrão dos técnicos perdedores.

Provavelmente ele não vai tomar um cafezinho na padaria “A Santista” na segunda-feira. Foi chamado de burro como resposta à pífia apresentação de hoje. Pelas entrevistas de Léo e Zé Eduardo, e pelo que se sente nos arredores da Vila e nos botecos onde os santistas conversam, parece claro que o ambiente na Baixada está no nível do chão, infelizmente.

Dá pra perceber que Adilson Batista rachou o elenco (o que se vê no semblante do lateral Léo, por exemplo). A torcida santista está muito contrariada com as atitudes estranhas do “comandante”, que não inscreveu nem o zagueiro Vinícius nem o meia Felipe Anderson na Libertadores, enquanto o volante Charles, baleado, sem condições de jogo, foi relacionado (não vou nem dizer o que se comenta por aí porque pode soar leviano, mas o mínimo que se diz é que Adilson é um “igrejeiro”).

Quarta-feira tem o Cerro na Vila, um jogo de risco. Se ganhar bem, Adilson Batista respira. Se não ganhar, não vejo como nem por que o Santos deveria mantê-lo no cargo. Quando a torcida não vai com a cara do sujeito, não há Cristo que ajude. E a torcida do Santos parece que não suporta mesmo esse professor.

Há até quem já calcule o seguinte: se o Santos empatar ou perder do Cerro Porteño, o time sairia no lucro. Porque Adilson caindo com um resultado negativo, o Cerro se credenciaria à primeira vaga e o Peixe disputaria a segunda posição do grupo 5 da Libertadores com o Colo Colo, num mata-mata antecipado, e, mesmo classificado em segundo, teria força na sequência, com um novo treinador. Porém, se o Santos ganhar na quarta, uma euforia enganosa vai segurar Adilson, mas apenas para o time cair logo mais à frente, nas oitavas ou quartas-de-final no máximo.

Eu, cá entre nós, acho que Adilson Batista teria feito um favor ao Santos se tivesse pedido demissão hoje.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Corinthians 3 x 1 Santos: crônica de uma derrota anunciada (com Adilson Batista não dá)

Não vi o jogo. Ouvi no rádio, primeiro na CBN, mas o som estava muito ruim (muita interferência dos raios que caíam?) e então mudei para o Oscar Ulisses. Como no início, pelo rádio, não estava entendendo direito a escalação do Santos, liguei para meu amigo Glauco, do Futepoca, que me informou que o Santos tinha Arouca, Rodrigo Possebon, Elano e Róbson, além de Diogo e Neymar.

Não entendo Róbson nesse time. Nem Diogo. Como não entendi três volantes contra o poderoso Táchira, da Venezuela. Róbson era queridinho de Vanderlei Luxemburgo – ou estarei enganado? – quando Luxemburgo argumentava que Neymar era um “filé de borboleta” e por isso precisava crescer muito ainda para ser titular.

O Peixe do gênio Adilson Batista continua sendo um Santos desfigurado, medroso, sem padrão tático, sem cara, indeciso, um time que não sabe se defende ou se ataca, e não faz nem uma coisa nem outra. Depois das apresentações lamentáveis, o treinador dá entrevistas evasivas, pífias, que não dizem nada (procurem por aí, eu não tenho saco para ocupar espaço com a tolice recorrente do cara). Vocês hão de convir que, num time no qual um Elano e um Neymar não rendem rigorosamente nada, algo deve estar errado. E aí você ainda ouve o radialista comentar que “Neymar não está jogando nada”.

Se era para o clube brigar pelo Zé Eduardo e pelo Maikon Leite, por que esses atacantes não jogam? (ou entram em situações estranhas, como Zé Eduardo substituindo Danilo no jogo de hoje). Andrés Sanchez não demitiu Adilson Batista à toa. O técnico está muito longe de ter a estatura para treinar um time grande como o Santos e é muito ruim mesmo.

Além da covardia tática, Batista não sabe substituir, e quando substitui, dá azar. Tirou Possebon para pôr Adriano, que em poucos minutos errou duas bolas e fez pênalti. Possebon tinha um amarelo, então vamos lá: uma substituição preventiva, troca-se seis por meia dúzia e... bum!, pênalti e gol do Corinthians, 2 a 1. E depois, 3 a 1. Com olé e tudo. Veja os gols.



Versão corintiana

Um comentário antecipado (antes deste post, colocado no post abaixo*) do companheiro Felipe Cabañas mostra que os corintianos estavam ansiosos antes e, depois, mal se continham com a vitória inesperada, e inesperadamente fácil. Disse Felipe:

“Não vi o jogo. Ouvi no rádio os últimos 15 minutos, e um dos comentaristas da CBN disse: ‘Como o Corinthians melhorou depois que saíram Ronaldo e Roberto Carlos’.

“Pena que foi tarde para a Libertadores. Mas também acho que o Corinthians melhorou. Joga mais leve. E não vejo o Jucilei como uma peça tão fundamental. O Paulinho tem entrado muito bem. A peça fundamental que o Corinthians perdeu de verdade do ano passado pra cá foi o Elias.

“Sempre soube que esse time do Corinthians não era ruim e com alguns ajustes e reforços tende a melhorar. Ganhar do Santos hoje desta forma pra mim prova o potencial desse time. Sei que dois gols foram de bola parada, mas a vitória me parece pra lá de convincente, embora eu não tenha visto o jogo.”

Corinthians 3 x 1 Santos
(Pacaembu, 20/02/2011 – Campeonato Paulista):

Santos: Rafael; Danilo (Zé Eduardo),Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Rodrigo Possebon (Adriano), Elano e Róbson (Maikon Leite); Diogo e Neymar.

Corinthians: Julio Cesar;Alessandro, Wallace, Leandro Castan e Fábio Santos;Ralf, Paulinho, Morais (Luiz Ramirez) e Jorge Henrique, Dentinho (Bruno César) e Liedson.

Gols: Fábio Santos (23min) e Elano (41 min do primeiro tempo); Fábio Santos (de pênalti, aos 16min) e Liédson (aos 41 do segundo tempo).

PS* - um comentário de Leandro também no post abaixo dizia: "Diante deste quadro, não tem como o favoritismo santista ser apenas 'ligeiro'. Vejo um favoritismo amplo, ainda que clássico seja clássico, e vice-versa".

É isso aí, galera. Vou tomar a saideira. Boa semana a todos.

*Atualizado às 23:37

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Corinthians x Santos: clássico imprevisível

Domingo tem clássico no Pacaembu pelo Paulistão. Corintianos amigos meus suspeitam que vai dar Santos. Teoricamente, pode ser que o Peixe seja favorito, pelo que o Timão vem jogando, ou seja, nada (ganhou do Palmeiras sem merecer, graças ao goleiro Júlio César). Mas entre esse nada e o nada que o Santos de Adilson Batista vem demonstrando em campo, fica difícil prever. No papel, hoje, o Alvinegro da Vila é favorito. O Corinthians tem Liédson, um matador.

Parada dura entre professor Pardal (esq.) e o Profeta
Fotos: Divulgação (Santos FC) e Lucas Uebel/VIPCOMM
O Santos vem de uma das piores partidas (ou a pior) de que me lembro desde o início do espetacular 2010, o 0 a 0 com o Táchira pela Libertadores. Pela lambança e péssima armação do time, o treinador Adilson Batista foi fortemente criticado em blogs, sites, comentários da esmagadora maioria de santistas que conheço e li por aí. Duas frases muito usadas e que resumem as manifestações da torcida são: “Adilson não entende nada de futebol”; “Com Adilson, adeus Libertadores”. Se por acaso o Santos não vencer o Cerro Porteño no dia 2, na Vila, a classificação do time na primeira fase já começa a ficar ameaçada (o Cerro goleou o Colo Colo - 5 a 2 - ontem, na estreia).

Mas, para o clássico de domingo, o Corinthians tem o Tite, o que equilibra as coisas. No banco, vai ser o duelo Professor Pardal x Profeta. Meu temor é que a tradição de grandes jogos desse clássico não se confirme e o jogo seja feio e termine 0 a 0...

No ano passado, foram três partidas: pelo estadual, Santos 2 a 1 na Vila (relembre aqui). Pelo Brasileiro, duas vitórias do Corinthians: 4 a 2 no Pacaembu e 3 a 2 na Vila (aqui).

Atualizado às 20:21

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Santos aposta em Adilson Batista para comandar time na Libertadores

Depois da crise que derrubou Dorival Júnior – para mim um treinador de futuro, mas inexperiente para a grandeza do Santos – e da interinidade de Marcelo Martelotte, o clube anunciou agora há pouco no twitter que Adilson Batista, ex-Cruzeiro e Corinthians, comandará o Santos na Libertadores de 2011.

Washington Alves/VIPCOMM


Não tenho uma opinião formada sobre Batista ainda. Ele tem nove anos na estrada como técnico (começou em 2001 no Mogi Mirim). Passou por América-RN, Avaí-SC, Paraná-PR, Grêmio-RS, Paysandu-PA, Sport-PE, Figueirense-SC, Júbilo Iwata-JAP, Cruzeiro-MG e Corinthians-SP.

Tem poucas conquistas: bicampeão mineiro (2008 e 2009) e vice da Libertadores (2009), tudo pelo Cruzeiro.

Em sua curta e recente passagem pelo Corinthians, sua campanha foi ruim: em 17 jogos, sete vitórias, quatro empates e seis derrotas. Justiça seja feita, o Timão teve muitos desfalques em sua “gestão” (Dentinho, Ronaldo, Jorge Henrique, Chicão, para citar os principais, se machucaram). Portanto, é irrelevante dizer que ele assumiu quando a equipe era líder do Brasileiro e a deixou em terceiro.

Por outro lado, não gosto do estilo neurastênico de Adilson, que não para de berrar como um ensandecido à beira do campo. Mas o Santos contratou o cara que estava no mercado. É uma aposta.

PS* (Atualizado às 15h15): Ao citar acima as conquistas de Adilson Batista como treinador, só considerei as de alguma relevância. Porque, com todo o respeito, vencer o Campeonato Catarinense (pelo Figueirense em 2006) e o Potiguar (em 2002 pelo América-RN), sinceramente, não dá pra considerar.