O que se pode fazer, Rogério Ceni? No primeiro gol, você cai sentado, no pênalti que Neymar bateu. Você disse, Ceni, em entrevista no intervalo, que esse lance no qual você ficou sentado (diria o povo, caiu de bunda) é algo típico de Brasil, pois na Europa, onde Neymar deve jogar, segundo você, não se faz esse tipo de jogada, a da paradinha.
No segundo, você ajoelha, diante da letra de Robinho. Faz parte, Rogério Ceni, faz parte. Sentar diante de Neymar e ajoelhar diante de Robinho. Faz parte.
Vem aí a Libertadores, e quarta-feira tem o time reserva do Monterrey, que dá mais valor ao campeonato mexicano do que à Libertadores.
Deixa o Paulistinha pra lá. Como no ano passado, quando o grande Tricolor não ganhou nem Libertadores, nem Brasileiro, nem Paulistinha. Mas o fato é que os lances históricos serão históricos para sempre.
Boa noite, vou tomar uma cerveja.