Mostrando postagens com marcador quinta rodada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador quinta rodada. Mostrar todas as postagens
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Palmeiras bate Santos em Presidente Prudente de virada com gol contra de Maranhão
Por Paulo Maretti
Em jogo válido pela quinta rodada do Campeonato Paulista 2012, o Palmeiras venceu o Santos por 2 a 1, de virada, nos cinco minutos finais da partida, em Presidente Prudente.
O Palmeiras entrou em campo decidido, nos primeiros 20 minutos, a invadir a praia adversária, mas, como sempre, esbarrou na defesa rival e num futebol limitado pelas atuações fracas de seus homens de frente, Luan e Fernandão. O Santos, defensivo e cauteloso nesse início, sentiu mais o calor da região oeste paulista e o ar seco longe do mar.
Depois dos 20 minutos do primeiro tempo, o time alvinegro saiu pro jogo, procurou espaços e encontrou os pés (e a cabeça) de Neymar, que faria seu centésimo tento na carreira, à queima-roupa, e aos 20 anos, após cobrança de falta de Paulo Henrique.
Mas isso foi aos 25 da segunda etapa. Antes, no intervalo, Muricy tirou Borges, com dores, e pôs o bom Alan Kardec. Não sei se por razão ou engano meu, vendo o jogo, achei que o Kardek estava fora de posição, e rendeu pouco pela esquerda, ou bem menos do que o vejo fazer quando enfiado no meio da área.
E o jogo estava esmorecendo, esmorecendo, do começo de um segundo tempo fraco até esses 25 minutos, quando eu já quase dormia e Neymar testou a bola pras redes palmeirenses. O garoto reacendeu a vitalidade histórica do clássico e me fez pensar: “Começou a peleja.” Daí pra frente, mais na base da vontade do que da técnica, o Santos x Palmeiras ficou aberto e ganhou emoção, até que, aos 41, Ibson, o substituto de Elano, levou o segundo amarelo e deixou a equipe praiana com um a menos. Fernandão empatou de cabeça, em escanteio cobrado por Marcos Assunção, e Maranhão (contra) virou para o Palmeiras.
Na saída para o intervalo, Neymar reclamou, com sobras de razão, do calor excessivo: “Muito quente, tá difícil jogar.” Ao final da partida, reclamou da arbitragem, pra mim, sem razão. Ou Ibson, que antes levou cartão amarelo justamente, não fez a falta por trás em Daniel Carvalho?
O erro da arbitragem no jogo foi ter “esquecido” os cartões no vestiário antes do primeiro tempo. A falta bizzarra de Cicinho em Neymar, depois de um drible de craque do atacante santista, era até pra cartão vermelho se o juiz fosse rigoroso. E o pontapé de Ganso em Valdívia pelas costas (que por consequência pode ter sentido a contusão que o tirou de campo) era, idem, merecedor de punição com amarelo. Ou será que o chileno está mais é sentado num salário que o exime de compromissos com o clube (diz ele) de seu coração? O fato é que Daniel Carvalho o substituiu e jogou, jogou melhor, acima do peso, mas com vontade de decidir.
Assinar:
Postagens (Atom)