"Antigamente eles copiavam [os jornais estrangeiros] porque falavam mal de nós. Agora que dá no New York Times que o Brasil vai pra frente, não querem nem dar a notícia."
No discurso que fez na posse dos novos ministros, na quarta-feira, 31 de março, o presidente Lula mais uma vez desabafou contra a postura da militante imprensa brasileira. Também mencionou o fato de que "os jornais aqui no Brasil ficaram incomodados" porque ele não quis ir visitar o túmulo do fundador do sionismo, Theodor Herzl, em sua recente visita de Isarel, que já abordei aqui.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Imprensa internacional vê Brasil com otimismo
Matéria do jornal Brasil Econômico desta sexta-feira, 13, assinada por Daniel Haidar, mostra mais uma vez que o otimismo ou a visão positiva sobre o Brasil não é "coisa de petistas", como alguns cansados querem fazer crer. Segundo a matéria, um levantamento feito pela empresa Imagem Corporativa "diz que 85% das 783 reportagens [entre 1° de julho e 30 de setembro] sobre o país, de 12 influentes jornais estrangeiros, apresentaram visões 'positivas'". Vejam bem: 85%.
Entre os veículos analisados pela pesquisa estão os mais influentes do mundo, da Europa e Estados Unidos, como os britânicos Financial Times e The Economist, os norte-americanos New York Times e Washington Post, o espanhol El País e o francês Le Monde e outros. Da América do Sul, é utilizado conteúdo do El Clarín e do chileno El Mercúrio.
Na imagem que ilustra este post, a edição francamente favorável da britânica The Economist é visível a partir da escolha da foto, que dá o tom positivo das personalidades de Lula e Dilma Rousseff, de quem se diz: "A senhora Rousseff tem provado ser ela mesma uma compente administradora".
Em outro exemplo, eu li no espanhol El País: "Para mais de 60% [dos mexicanos] é evidente que depois da crise será o Brasil e não o México quem se alçará como líder entre as nações da América Latina, e pensam assim porque percebem que o governo brasileiro está enfrentando melhor que o mexicano a emergência econômica."
Ainda de acordo com a matéria do Brasil Econômico, a maioria dos registros nas reportagens pesquisadas "se referia à importância do Brasil na política internacional, como integrante do G20 e do bloco Bric (Brasil, Rússia, Índia e China)".
Mas, se um extraterrestre viesse dar de repente no Brasil, e se soubesse ler português, ficaria com medo após folhear os jornais de nossa "grande" imprensa. Provavelmente pensaria que caiu, por um buraco do tempo, num país à beira de um assustador "autoritarismo popular", onde só existe a corrupção, a violência e os interesses de uma casta que governa a nação, comandada por um "analfabeto", apenas para seu próprio proveito e para enganar o povo.
Ainda bem que existem os blogs, a internet e a imprensa internacional.
Entre os veículos analisados pela pesquisa estão os mais influentes do mundo, da Europa e Estados Unidos, como os britânicos Financial Times e The Economist, os norte-americanos New York Times e Washington Post, o espanhol El País e o francês Le Monde e outros. Da América do Sul, é utilizado conteúdo do El Clarín e do chileno El Mercúrio.
Na imagem que ilustra este post, a edição francamente favorável da britânica The Economist é visível a partir da escolha da foto, que dá o tom positivo das personalidades de Lula e Dilma Rousseff, de quem se diz: "A senhora Rousseff tem provado ser ela mesma uma compente administradora".
Em outro exemplo, eu li no espanhol El País: "Para mais de 60% [dos mexicanos] é evidente que depois da crise será o Brasil e não o México quem se alçará como líder entre as nações da América Latina, e pensam assim porque percebem que o governo brasileiro está enfrentando melhor que o mexicano a emergência econômica."
Ainda de acordo com a matéria do Brasil Econômico, a maioria dos registros nas reportagens pesquisadas "se referia à importância do Brasil na política internacional, como integrante do G20 e do bloco Bric (Brasil, Rússia, Índia e China)".
Mas, se um extraterrestre viesse dar de repente no Brasil, e se soubesse ler português, ficaria com medo após folhear os jornais de nossa "grande" imprensa. Provavelmente pensaria que caiu, por um buraco do tempo, num país à beira de um assustador "autoritarismo popular", onde só existe a corrupção, a violência e os interesses de uma casta que governa a nação, comandada por um "analfabeto", apenas para seu próprio proveito e para enganar o povo.
Ainda bem que existem os blogs, a internet e a imprensa internacional.
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