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| O sérvio Novak Djokovic ganhou três vezes Indian Wells |
O que me fez parar à frente da TV neste domingo foi a final de tênis de Indian
Wells, nos Estados Unidos: Novak Djokovic x Roger Federer. Jogaço.
Vitória (e título) de Djoko por 2 a 1 (6-3, 3-6 e 7-6) na
decisão do torneio.
Ultimamente existe uma espécie de dicotomia entre Federer e
Rafael Nadal. Tipo, quem é melhor, Nadal ou Federer? Particularmente, prefiro
Djokovic, embora ache Federer o melhor de todos e Nadal um tenista intolerável,
embora reconheça que é um gigante. Mas o estilo pitbull de Nadal, sua força
física extrema, a inclemência com que chega em todas as bolas, o fôlego
impressionante, o estilo Lleyton Hewitt de jogar tênis, além dos tiques ao
sacar (puxa a cueca, arruma o cabelo de um lado, de outro, bate a bola
incontáveis vezes), tudo isso me faz sempre torcer contra Nadal.
Os mais espetaculares tenistas que vi jogar foram Pete
Sampras, Roger Federer, Gustavo Kuerten e Patrick Rafter.
Os maiores ganhadores de Grand Slams na era profissional
foram Federer (17 títulos), Sampras (14) e Nadal (13). Djokovic ganhou seis, com
seu arsenal variado de golpes, a técnica refinada, a capacidade de jogar tanto
no fundo da quadra como de avançar e resolver no voleio, a impressionante força
mental com que supera as piores adversidades.
Enfim, voltando a Indian Wells, foi o terceiro título de
Djokovic nesse Masters 1000 do circuito (Federer é o maior vencedor na história
do torneio, com quatro taças). Como Djoko, Jimmy Connors, Michael Chang e Rafael Nadal também
levantaram a taça três vezes em Indian Wells.
Este ano, o primeiro Grand Slam da temporada, o Australian
Open, foi vencido pelo suíço Stanislas Wawrinka. Uma zebra. Ainda faltam Roland
Garros, Wimbledon e US Open.
Vai, Djoko.
